A Importância do Anestesiologista

É impressionante o número de pessoas que são operadas sem fazer a mínima idéia de quem é (foi) o seu médico anestesista, o que não deixa de ser curioso, porque a maioria das pessoas tem “medo”, muito medo, principalmente de “não acordar da anestesia”.

Apesar de todos os receios, a anestesia está entre as especialidades médicas, para não dizer as ciências mundiais, que mais tem evoluído ao longo dos últimos anos, com impressionante eficácia.

Idéias como: A anestesia faz mal, muitas anestesias seguidas fazem mal, não se devem fazer mais de 3 anestesias por ano (ou durante toda a vida) é preciso “vomitar” a anestesia, estão completamente desatualizadas e ultrapassadas.

O ANESTESISTA do ponto de vista do cirurgião
O anestesista é uma peça fundamental e imprescindível da minha equipe de trabalho. Porque o trabalho do anestesista não se resume a pôr o doente “a dormir”. O anestesista não é um “adormecedor de doentes”. Mais importante do que pôr o doente a dormir no princípio é acordá-lo no fim.

Para além disso, uma boa qualidade do pós-operatório, em termos de bem estar e analgesia (quer dizer: o controle da dor) depende de vários fatores, sendo um deles, e determinante, a capacidade técnica do anestesista. Outro aspecto muito importante é o relacionamento entre o cirurgião e os restantes elementos da equipe, começando pelo anestesista – porque a cirurgia não é um trabalho individual, é um trabalho de equipe.

E um bom entendimento entre todos os elementos dessa equipa é absolutamente fundamental para ser possível obter os melhores resultados para o doente.

Fonte: Interneuro

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